IMPRENSA

Silêncio

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É uma forma de ser, de agir, de falar.  Através do silêncio demonstramos o que somos... as nossas convicções, segurança, certeza de que estamos cumprindo o propósito pré estabelecido por Deus. Quem permanece em silêncio demonstra não haver necessidade de lutar em causa própria, não está preocupado com a voz dos tolos, nem tampouco  preocupado com a opinião pública. Quando estamos em silêncio abrimos oportunidades para que os outros se revelem, se apresentem quem são, como são, entreguem o que têm,  deixem seu legado, pois,  afinal de contas, “do que está cheio o coração,  disso fala a boca “(Mateus 12.34b).
Todos nós deixamos um legado enquanto vivemos, recebemos uma oportunidade de Deus para marcar nossa geração e o fazemos. Alguns às custas do desabafo inconsequente, outros com mensagens edificantes, mas como já comentamos, só damos o que temos e a melhor resposta para o tolo é o silêncio,  até porque não lhe devemos explicação. Deus também usa o silêncio para nos responder, e quando isso acontece, refletimos, analisamos quem somos, como estamos e que tipo de benefício estamos causando na vida daqueles com quem convivemos. Daremos contas a Deus de cada “palavra frívola que sair da nossa boca” (Mateus 12.36), mas o nosso silêncio dá a oportunidade para que a justiça de Deus prevaleça (Tiago 1.20; Salmos 37.6). Enquanto falamos, expomos quem somos, enquanto estamos em silêncio abrimos oportunidade para que os outros digam quem são. A sabedoria do silêncio tem sido confirmada no decurso da história, e o grito dos tolos também. Aprendamos com as duas situações e tomemos nossa posição.
Em Cristo,

Pastor Delmir José Ramão Paz