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Fins dos tempos

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E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. (Mt 24.37-39)


Uma coisa fazemos questão de frisar: Não foi sem fortíssimo motivo que o Senhor veio ao mundo!

“O Filho de Homem veio para buscar e salvar o perdido” (Lc. 19.10)

Quando falamos que o Senhor deixou a Glória para descer a este mundo corrompido, costumamos comparar com alguém que deixou o super esterilizado ambiente de uma sala de cirurgia e entrou numa pocilga, um chiqueiro de porcos.
A Encarnação, isto é, a vinda do Filho de Deus a este mundo não foi em vão. Portanto, nossa reação à sua vinda, seja de aceitação, rejeição ou indiferença, não ficará de maneira nenhuma, sem conseqüências. No texto bíblico citado acima, vemos o retrato de uma época, em muitos aspectos, semelhante aos dias atuais. A sociedade julgava viver seus melhores momentos. Mas um juízo, um  julgamento, que seria final para eles, estava às portas. Havia um pregador chamado Noé que, enquanto construía um barco enorme, que ninguém entendia para que serviria, falava constantemente que o Deus Todo-Poderoso estava indignado com o procedimento humano e breve, muito breve, visitaria o mundo com um julgamento sem precedentes. A Bíblia classificou este homem como o “Pregoeiro da Justiça” (1Pe 2.5). Mas, a sociedade de então, não lhe dava ouvidos. Enquanto Noé, com seus filhos, trabalhava na construção e pregava contra a licenciosidade dos homens, o povo prosseguia em sua rotina, cuidando apenas do que interessava à carne, aos apetites físicos. Estava completamente surdo e absolutamente desinteressado ao que Deus, por meio de seu profeta, lhe falava.
Mas, apesar do desinteresse do povo, o Juízo veio! E a população foi implacavelmente tragada pelas impetuosas águas do Dilúvio, sem qualquer chance de escapar à maior tragédia que jamais atingiu a raça humana!
Cá pra nós, amigo: Você não acha tudo isso bastante parecido com o que ocorre hoje? Veja como o povo se atira aos prazeres, de todas as maneiras, sem a menor preocupação se suas atitudes são lícitas ou não? Veja como, no geral, não dão a mínima aos que proclamam a Palavra de Deus. Vivem como se Deus não existisse ou como se pensassem que nunca serão chamados a prestar contas de nada. Sim, bem parecido com o que antecedeu os dias de Noé!
E quero lembrar, ou comunicar a você, duas coisas solenes que o Senhor Jesus falou:
1. “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. (Mateus 24:37)
“E olhai por vós, para que não aconteça que o vosso coração se carregue de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas essas coisas que hão de acontecer e de estar em pé diante do Filho do Homem” (Lc 21. 34-36)