IMPRENSA

Teologia e Prática Ministerial de Paulo (II)

Galeria de Fotos

O “AUTOR”  DO  ENSINAMENTO
O verdadeiro Autor da fonte doutrinária que usamos é, claro, o Divino Espírito Santo. Mas examinaremos, abreviadamente, o homem, o Grande Teólogo, que o Senhor usou para escrever este precioso documento.
1. QUEM FOI PAULO
Seu nome era duplo: Possivelmente Saulo Paulo (At 13.9). Saulo(Saulos, em grego) é o correspondente do Hebraico Saul(ou, Shaul), o primeiro rei de Israel. Talvez, após a conversão, viesse a desprezar este nome, que lembrava alguém que, embora tivesse começado tão bem sua carreira com Deus, terminasse de maneira tão ignominiosa sua jornada. Paulo vem do Latim, Paulus e significa “Pequeno”. Ele diria, anos depois: Eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus...(1 Co 15.9). Nasceu em Tarso, importante cidade da Cilícia, na Ásia Menor.
A.   SUA VIDA PREGRESSA   
Foi um moço  de  ilibada  reputação.  Parece  que,  na atualidade, costuma-se atribuir maior valor a um destacado pregador, quando ele é um "ex qualquer coisa ruim".  Se ele veio da escória social, é muito valorizado pela transformação que experimentou. Isto, de fato, realça a graça imensa do bendito Deus de toda a misericórdia, que ainda hoje do pó levanta o pequeno, e do monturo ergue o necessitado, para o fazer assentar com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo (Sl 113.7,8). Mas O Senhor chama a quem quer. Não só a borra da sociedade, mas também a nata, elementos da mais nobre estirpe. Veja que ele chamou Abrão, homem honrado, talvez o melhor que havia em Ur. Elevou ao trono do Egito a José, o mais puro e mais sincero dos filhos de Jacó(não esqueça: José era bisneto de Abraão). Para libertar Israel da escravidão, chamou Moisés, da elite faraônica. Praticamente todos os profetas foram homens dignos. Também os apóstolos, com a possível exceção de Judas (que deu em nada), e, talvez, Mateus, o publicano, eram homens honrados, ainda que alguns   simples, como os humildes pescadores. Paulo, ou Saulo, como era antes conhecido, foi um jovem de grande nobreza de caráter e conduta, além de uma ascendência invejável:
a)  JOVEM EXEMPLAR.  Tinha moral suficiente para exigir exemplaridade de Timóteo, tanto quanto de Tito. Vejamos seu  depoimento:
(1) A minha vida, pois, desde a mocidade, qual haja sido, desde o princípio em Jerusalém, entre os de minha nação, todos os judeus a sabem, sabendo de mim, desde o princípio(se o quiserem testificar) que, conforme a mais severa seita de nossa religião, vivi fariseu... (At 26.4,5)
(2)... se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu, circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreus de hebreus; segundo a lei fui fariseu... (Fp 3. 4,5)
(Obs.: Lembre que a maioria dos fariseus mencionados no NT ficou reconhecida por sua hipocrisia; mas em sua origem e em seu propósito tinham o propósito de servirem ao Senhor com a maior sinceridade e dedicação. Algo assim como na Igreja atual: o propósito dos crentes é de fidelidade e consagração, mas, grande parte desvirtua e enxovalha o nome de muitos e mancha a imagem da Igreja).
(3) ... na minha nação excedia em judaísmo a muitos de minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de nossos pais...(Gl 1.14). Seria algo como estando entre os melhores da Faculdade.
O verdadeiro Autor da fonte doutrinária que usamos é, claro, o Divino Espírito Santo. Mas examinaremos, abreviadamente, o homem, o Grande Teólogo, que o Senhor usou para escrever este precioso documento.
1. QUEM FOI PAULO
Seu nome era duplo: Possivelmente Saulo Paulo (At 13.9). Saulo(Saulos, em grego) é o correspondente do Hebraico Saul(ou, Shaul), o primeiro rei de Israel. Talvez, após a conversão, viesse a desprezar este nome, que lembrava alguém que, embora tivesse começado tão bem sua carreira com Deus, terminasse de maneira tão ignominiosa sua jornada. Paulo vem do Latim, Paulus e significa “Pequeno”. Ele diria, anos depois: Eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus...(1 Co 15.9). Nasceu em Tarso, importante cidade da Cilícia, na Ásia Menor.
A.   SUA VIDA PREGRESSA   
Foi um moço  de  ilibada  reputação.  Parece  que,  na atualidade, costuma-se atribuir maior valor a um destacado pregador, quando ele é um "ex qualquer coisa ruim".  Se ele veio da escória social, é muito valorizado pela transformação que experimentou. Isto, de fato, realça a graça imensa do bendito Deus de toda a misericórdia, que ainda hoje do pó levanta o pequeno, e do monturo ergue o necessitado, para o fazer assentar com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo (Sl 113.7,8). Mas O Senhor chama a quem quer. Não só a borra da sociedade, mas também a nata, elementos da mais nobre estirpe. Veja que ele chamou Abrão, homem honrado, talvez o melhor que havia em Ur. Elevou ao trono do Egito a José, o mais puro e mais sincero dos filhos de Jacó(não esqueça: José era bisneto de Abraão). Para libertar Israel da escravidão, chamou Moisés, da elite faraônica. Praticamente todos os profetas foram homens dignos. Também os apóstolos, com a possível exceção de Judas (que deu em nada), e, talvez, Mateus, o publicano, eram homens honrados, ainda que alguns   simples, como os humildes pescadores. Paulo, ou Saulo, como era antes conhecido, foi um jovem de grande nobreza de caráter e conduta, além de uma ascendência invejável:
a)  JOVEM EXEMPLAR.  Tinha moral suficiente para exigir exemplaridade de Timóteo, tanto quanto de Tito. Vejamos seu  depoimento:
(1) A minha vida, pois, desde a mocidade, qual haja sido, desde o princípio em Jerusalém, entre os de minha nação, todos os judeus a sabem, sabendo de mim, desde o princípio(se o quiserem testificar) que, conforme a mais severa seita de nossa religião, vivi fariseu... (At 26.4,5)
(2)... se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu, circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreus de hebreus; segundo a lei fui fariseu... (Fp 3. 4,5)
(Obs.: Lembre que a maioria dos fariseus mencionados no NT ficou reconhecida por sua hipocrisia; mas em sua origem e em seu propósito tinham o propósito de servirem ao Senhor com a maior sinceridade e dedicação. Algo assim como na Igreja atual: o propósito dos crentes é de fidelidade e consagração, mas, grande parte desvirtua e enxovalha o nome de muitos e mancha a imagem da Igreja).
(3) ... na minha nação excedia em judaísmo a muitos de minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de nossos pais...(Gl 1.14). Seria algo como estando entre os melhores da Faculdade. 

[Esse estudo terá continuidade nas próximas atualizações do colunista]