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A Rocha é um lugar de abrigo

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Por Juliane Couto Lucena

“O Senhor vive! Bendita a Rocha da minha vida! Exaltado seja Deus, o meu Salvador!” (Salmos 18.46).


Se teve um personagem do Antigo Testamento que entendia muito bem a respeito de batalhas e perseguições ferozes, este foi Davi. Ao longo de sua vida, ele enfrentou diversos inimigos, tanto de povos pagãos, quanto do seu próprio povo, (como era o caso do rei Saul, que quando não desfrutava mais da companhia do Espírito de Deus e completamente atormentado, se indignou contra o garoto, baixinho e humilde, que na verdade nunca se atreveu a prejudicar o ungido do Senhor).
Em suas investidas de batalha e defesa, Davi e seus homens se refugiaram em cavernas. Dentro das grandes paredes de rocha, estavam abrigados do ataque inesperado do exército adversário. No entanto, a maior confiança de Davi sempre foi em se refugiar no seu Deus, a ponto dele chamar o Senhor de “Rocha da minha vida”. Se os grandes esconderijos rochosos, por onde ele e seus homens passavam, serviam de abrigo apenas em situações transitórias, Deus lhe era um abrigo seguro por toda a vida. Trata-se de uma fortaleza com endereço certo: em todo o lugar onde seu Nome é invocado, com oração e louvores.
Muito embora firme, essa fortaleza, longe de ser um mineral inanimado, é viva e dela flui vida. Aleluia! Cristo, nosso Salvador, é a nossa Rocha! “O Senhor vive”, disse Davi. Sim, nosso Deus é vivo e real. Em tempos de dificuldade, Ele pode até ficar em silêncio, mas está nos guarnecendo com sua força, por todos os lados, como uma grande proteção de pedras. O silêncio da caverna não diminui o seu poder de proteção. Dentro dela estamos a salvo.
Podemos nos abrigar no Senhor, mesmo quando Ele não nos anuncia como será o amanhã. Dentro de sua proteção estaremos refugiados, até que passem as calamidades.